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GP + AK

SÃO PAULO | Diriam por aí que é oficial: o glorioso Grande Prêmio agora anda abraçadinho e agarradinho com o Allkart. Quem não conhece a página, que passe a se habituar, pois, com um conteúdo de primeira qualidade sobre o kartismo brasileiro e internacional, com a mesma linha editorial que há anos se acompanha na casa de cá: isenção e credibilidade.

O Allkart, do astuto Alexander Lopes, vai responder pelo conteúdo de kart do Grande Prêmio e haverá uma integração entre as equipes de jornalistas, que se estende às coberturas e reportagens especiais para a Revista Warm Up. O velhaco companheiro Ricardo Belussi e o bundinha-de-nenê Renan do Couto coordenam as operações jornalísticas. Agora estamos numa mesma casa.

Vida longa à parceria.

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Destaques do ano

SÃO PAULO | Como já virou tradição, ainda que tenha sido por um ano só, a Revista Warm Up vai promover em dezembro a eleição dos destaques do ano no automobilismo. Mais uma vez, são dez categorias, cada uma com cinco itens. Como é uma pesquisa feita fora da casa da mãezinha Joana, o internauta só pode escolher uma opção.

As opções das categorias foram feitas por um colegiado, mais conhecido como membros da própria Warm Up — jornalistas, colaboradores, artistas e cambistas. A votação acontece até o próximo dia 10. Escolham seus nomes clicando aqui, caros leitores. E se quiserem comentar, mandem bala.

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E como vale

SÃO PAULO | Não estava fazendo algo muito especial no momento do anúncio, por assim dizer. Levemente preocupado com a nova edição da Revista Warm Up, que deveria ter sido publicada ontem, e contrariado por mudar meus planos e deixar de ir à academia, atleta nato que sou, estava em casa entre garfadas de um quiche de queijo e um pedaço de torta de presunto, ambos esquentados no microondas, quando tocou o telefone. Era da redação.

Flavio Gomes, todo pimpão, falou com um sorriso que se observava daqui à Av. Paulista. “Você ganhou, Martins”.

Degluti um pedaço, acho que do quiche, e estranhei, e então Gomes tratou de explicar logo, animado que estava também por ter abocanhado um Troféu ACEESP.

Ganhar um troféu. Ganhar um troféu é uma meta de vida que grande parte dos jornalistas têm, tal como qualquer pessoa com aquela história de plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho. Se eu considerar a tradução que fiz de uma obra da Ferrari, só me resta ter o Victor Jr.. Sem plano de produzi-lo ainda, o ACEESP de melhor repórter da imprensa escrita vai ocupar este espaço.

O prêmio não poderia ter vindo em melhor momento. Serve de impulso. Eu não andava muito contente com os rumos do Jornalismo. Com outros rumos. Eu me incomodo com injustiças e com a valorização da mediocridade, dessa transformação da nossa profissão em kitsch explícito. Eu me perturbo em ver que gente que merece melhor sorte por ser correto na vida sucumbe a estes rumos tortos.

Por um momento eu pensei em parar, em fazer qualquer outra coisa da vida que não fosse informar e escrever. Quase apostei, sei lá, em vendas. Relutei. Haveria de vir algo melhor. Veio. E ainda virá mais, certeza.

O mesmo Gomes já dissecou uma das suas dores de cabeça deste ano em seu blog. Compartilho da mesma. Evidente que não me passa por esta cabeça dolorida que o trabalho vá encontrar um ponto final, mas isso é o fruto mais maduro que a incerteza do futuro nos traz. O jornalismo ao qual estou acostumado, que aprendi aqui e que passo, como editor, para os demais é peça rara lá fora. A matéria que me deu este troféu é a que mais me orgulho de ter feito em oito anos, numa revista que ajudei a criar com o apoio do inesgotável Bruno Mantovani e do exímio Ivan Capelli, que exigiu investigação, paciência e apuração.

Por tudo isso, então, natural que o ACEESP represente um alento. Uma gratificação a todo mundo que me ajudou a compor a matéria, a Gomes — que merece ser premiado como melhor apresentador de rádio —, ao Fernando Silva, à Evelyn Guimarães, ao Felipe Giacomelli, ao Felipe Paranhos e à Luana Marino — e, claro, ao Mantovani e ao Capelli. Aos demais que fizeram e fazem parte da Revista Warm Up, Juliana Tesser, João Paulo Borgonove, Paula Gondim, Marcelo Ferronato, Marcus Lellis e Mauro de Bias. E não tenho um sentimento de Davi por ter vencido os Golias da grande imprensa, nem mesmo por representar a internet e uma mídia eletrônica — tem, sim, o de uma leve vingancinha aos que questionaram o teor da reportagem ou quem deu apoio ao erro, por interesse. Eu me sinto bem. Abobado, por vezes, mas muito bem, e quero compartilhar e agradecer a tanta gente que não gostaria de ser injusto e esquecer alguém. Aos amigos, aos leitores, aos que estão sempre do lado.

Abri uma cerveja e não fui além porque logo mais estou em pé para começar a cobertura do GP do Brasil — se é que eu vou conseguir dormir. Estou feliz pra caralho é uma expressão que não expressa com propriedade este dia e o meu estado. Talvez entendam melhor se eu disser que o último pedaço do quiche emborrachado e frio que ficou no prato há mais de cinco horas tinha o gosto da melhor massa do mundo.

E eu recebo o tapa com gosto que me explica que desistir, jamais.

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Magtab

SÃO PAULO | O Ricardo Holtimann, nosso grande parceiro da Magtab, preparou um vídeo para divulgar sua ótima ferramenta de trabalho, referente à publicação de revistas na internet. Usou nossa gloriosa Revista Warm Up, e todos os interessados podem verificar abaixo como é simples fazer um magazine eletrônico — e, claro, agregando imagens, sons e outros acessórios para quem acessa pelos tablets, iPad e Android.

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Warm Up 19

SÃO PAULO | A edição 19 da Revista Warm Up vem com uma entrevista exclusiva de Tony Kanaan, que destrincha tudo que aconteceu no domingo fatídico da etapa final da Indy em Las Vegas, onde morreu o grande amigo Dan Wheldon. O brasileiro detalhou os momentos que se sucederam ao acidente que envolveu 15 carros e de como foi alçado à condição de líder das ações a serem tomadas. Também, TK revelou que pensou tanto no pai, morto há mais de 20 anos, quanto no filho de quatro e de como o passamento de Wheldon o impactou.

Também, esta edição traz a segunda parte da matéria da situação do automobilismo brasileiro, sem títulos na F1 há 20 anos, onde se atesta a raiz dos problemas e os caminhos tomados por outros pilotos de destaque que vieram na onda das conquistas de Ayrton Senna e Alain Prost. Trabalhos de Evelyn Guimarães, Fernando Silva e Paula Gondim.

Juliana Tesser ainda dá sequência ao mundo do motociclismo nacional em duas partes. Primeiro, uma análise de como engatinha a base e o desenvolvimento do esporte em duas rodas. E uma entrevista com Eric Granado, a grande revelação brasileira que está prestes a entrar no mundo da MotoGP.

Com a conquista do título da Red Bull e Sebastian Vettel na F1, a Warm Up põe o RB7 como um dos supercarros da história e faz uma avaliação dos grandes modelos da história da categoria.

Tudo isso e muito mais, com acesso grátis.

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Troféu ACCESP

SÃO PAULO | O presidente Luiz Ademar anunciou, então tá anunciado: está aberto o período de votação para mais um Troféu ACCESP, a Associação Paulista dos Cronistas Esportivos de SP, mas que abrange todo o país, no fim das contas.

Todos podem votar, usando seu CPF, uma única vez. Há categorias para TV, rádio, jornal, interior e internet — ainda em menor escala, mas há. Assim, em nome dos demais jornalistas da casa, sugerimos, indicamos e apontamos que os caros leitores votem no Grande Prêmio como site e na Revista Warm Up como revista. E se quiserem, também, eleger os blogs e os profissas da Warm Up, agradecemos ainda mais.

A votação está neste link aqui, ó.

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A segurança da Indy

SÃO PAULO | Nos próximos dias, o leitor vai encontrar na Revista Warm Up uma entrevista completa e ampla com Tony Kanaan a respeito da morte de Dan Wheldon e do que vai ser da Indy daqui pra frente. Deixo um ponto aqui para discussão dos caros internautas, quando mencionei a grita de ex-pilotos como Nigel Mansell e David Coulthard a respeito da segurança dos carros da categoria americana e que os da F1 estão “20 anos à frente”:

“Bota o carro de F1 no oval. Quando eles usaram meia parte em Indianápolis, o Ralf Schumacher deu uma porrada lá que quase morreu. Os carros são de papel. É fácil falar agora. Quando a suspensão entrou na cabeça do Senna e matou o (Roland) Ratzenberger no mesmo fim de semana, a F1 era o quê? Eu não estou defendendo ninguém porque eu perdi meu melhor amigo — eu podia estar bem puto e meter a boca em todo mundo. (…) Minha batida em Indianápolis, quando quebrou a suspensão, foi a 220 km/h. Eu desci do carro com uma costela quebrada. É um carro extremamente seguro. Só que 100% de segurança você não vai ter em nenhum lugar.”

>> E me siga no Twitter: @vitonez.

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Warm Up 17

SÃO PAULO | Tá no filó a edição 17 da Revista WARM UP, que traz na matéria de capa os 20 anos de Michael Schumacher na F1. Amado ou odiado, o alemão é o principal nome da história da principal categoria do automobilismo com suas sete conquistas mundiais e suas 91 vitórias, além de tantos outros recordes. E para isso, Felipe Paranhos, Evelyn Guimarães e Felipe Giacomelli falaram com três pilotos que conheceram bem de perto o multicampeão: Jacques Villeneuve, Mika Hakkinen e Felipe Massa.

Villeneuve, aliás, é a personagem do mês da seção Grandes Entrevistas. Em sua passagem pelo Brasil, Evelyn conversou com o canadense em Interlagos e nele notou a paixão pelo esporte e a decepção com a política que impera na F1 de pilotos em sua maioria sem personalidade. Mas Jacques admitiu que voltaria à categoria se fosse convidado.

Fernando Silva viajou a Sete Lagoas, em Minas Gerais, para acompanhar o que acontece em um rali de regularidade organizado pela Mitsubishi. E de lá saiu com a total impressão de que se trata de uma competição off-road propícia para a família brasileira.

A CBA, claro, não podia faltar: são 50 anos e festa de pompa, mas por outro lado, pilotos do endurance reclamam de que os campeonatos nem calendário tem e que mal troféu recebem. Pior: a entidade sequer responde quando é cobrada. A reportagem é de Juliana Tesser.

A vida de Raphael Matos mudou após a não classificação para as 500 Milhas de Indianápolis. Os planos do mineiro de seguir na Indy e as opções B, C e D são relatadas na matéria feita por Evelyn, ainda não demitida.

Vai lá e lê que tá ótima.

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Warm Up 16

SÃO PAULO | É, minha gente… havia uma informação vinda de um órgão oficial, mas como não era lá dos mais certos, fomos atrás da SPTuris e da SIURB, a empreteira que faz as obras em Interlagos. E tá lá: zero dinheiro daqueles R$ 843 mil gastos no kartódromo é destinado para o recapeamento da pista. Que pode nem sair por causa de um contrato e de uma liminar do Kart Premium, um grupo que aluga o espaço diariamente, que impede paralisação das atividades.

E muito cá entre nós, pilotos me contaram que o administrador Octávio Guazzelli e Cleyton Pinteiro prometeram derrubar a liminar para que a reforma fosse totalmente feita e os eventos fossem devidamente realizados. Isso há mais de um mês, muito antes da etapa do Super Kart Brasil estar marcada — para o fim de junho. “E não derrubaram porra nenhuma”, bradou o piloto. Tanto que o SKB nem pôde acontecer. Tá tudo lá na WARM UP 16, explicadinho. Aliás, curta a revista no Facebook também.

Bem como a história da CRG, uma fabricante de chassi italiana com filial em Curitiba que não consegue entrar no Brasileiro de Kart nem com liminar nem com homologação e carta assinadas pelo próprio Pinteiro. É um show de desculpas que ficam escondidas sob um ideal nacionalista, tipo o de Policarpo Quaresma, mas que o leitor há de entender bem que tipo de formação há nisso.

A reportagem de capa é outro assunto interessante: o que, desportiva e eticamente, mudou na F1 e na Indy depois dos acontecimentos de 25 de julho de 2010, que batizamos de ‘o dia negro do esporte’. Na categoria americana, vocês vão entender que há um quê de CBA…

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Enfim, o óbvio

SÃO PAULO | Essa vida de executivo é difícil. Giorno. Ou notte. Que seja. Copio aqui a matéria que coassinei com Evelyn Guimarães, a Aracy de Almeida do Grande Prêmio, sobre a CBA ter, enfim, divulgado o doping de Tarso Marques.

Oito dias depois da revelação feita pela Revista WARM UP do mês de abrila CBA confirmou por meio de comunicado na tarde desta quinta-feira (5) o doping e a suspensão por dois anos de Tarso Marques por uso de anabolizantes.

Segundo a CBA, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva da entidade afirmou que a punição obedeceu “aos regulamentos internacionais adotados pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) e pela Agência Mundial Antidoping (Wada) atualmente em vigor”.

“A decisão foi tomada após o processo instaurado e realizado pelo STJD, órgão que opera de forma totalmente independente da CBA”, disse o comunicado da entidade máxima do esporte a motor no Brasil, que afirmou que as substâncias encontradas no exame foram “norantosterona” e “3′hidroxiestazolol”. Os nomes corretos são noretistosterona e 3-hidroxiestanozololo, normalmente encontrados em anabolizantes ― substâncias hormonais utilizadas para dar crescimento muscular e ósseo.

A CBA encerrou o comunicado dizendo que “o piloto está a par desta conclusão e não há registro de recurso contra a decisão”. A nota, entretanto, não revelou quando o exame foi realizado ou sob que circunstâncias ou, ainda, a razão do resultado positivo não ter sido divulgado, como estabelece o regulamento da WADA, à época do ocorrido.

Como nota disso, alguns pontos a serem mencionados: mais uma vez, parabenizo a todos os meus colegas de GP & WUp. Foi uma matéria realmente digna, que traz um trabalho de investigação e apuração que não se vê mais no nosso meio, infelizmente. Muitíssima gente que está no círculo desenhado por Gay Talese, o da preguiça do jornalismo atual.  

Segundo: a divulgação por parte da CBA contradiz o que o próprio presidente Pinteiro afirmou, de que a divulgação deve partir do STJD. Ou seja: joga para o outro que a batata queima na mão de alguém uma hora. E falando em CBA, o Paulo de Melo Gomes que aparece nos comentários deste blog é o próprio. Ele mesmo me contou há pouco. Vamos conversar mais nos próximos dias.

Por fim: houve uma reunião na semana passada na sede da entidade, com os presidentes da federação. De lá, saíram duas determinações, uma em favor do kart e outra para que os regulamentos não sejam mais a celeuma que são. Mais detalhes em breve.

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A revista das revistas

SÃO PAULO | Antes tarde do que nunca nesta quarta, saiu, enfim, a Revista Warm Up 13. Trabalho jornalístico dos mais completos que tive o orgulho e prazer de participar nos meus oito anos e lá vai pedrada de casa. Envolvimento de todos, mesmo, da casa, busca pela isenção absoluta, relato mais fiel possível da verdade, consulta a todos os lados mencionados. E eis a matéria de capa com o doping que a CBA não revelou e jogou no colo do STJD, que veio com o papo de que não divulgou porque o site não estava ativo — afinal é bem difícil, nos dias de hoje, fazer saber de uma notícia.

A capa é forte, mas traduz bem o peso que demos a este material de 40 páginas, que também traz depoimentos de membros de outras confederações — que consideram a atitude da CBA como “inaceitável” —, levanta casos de doping de brasileiros e de outros pilotos e, principalmente, traz a versão de Tarso, que alega inocência e que há um recurso a ser julgado no STJD — que não é confirmado pelo tribunal.

Além dos trabalhos de Gomes, Paranhos, Silva, Giacomelli e as ladies Guimarães e Marino, destaco a sempre primorosa arte gráfica de Bruno Mantovani e a utilíssima colaboração de Ivan Capelli.

E sobre o conteúdo, mesmo, de coração, não é nenhuma acusação a Tarso, a piloto nenhum. É mais uma constatação de como o automobilismo nacional está às traças, jogado às mentiras e acordos, definhando e mofando a passadas largas. É por isso que essa comissão de pilotos pode ser o alento de que o esporte necessita, se andar na direção certa e puser na mesa tudo que está entalado há anos e anos. Eles, pilotos, têm tudo a seu dispor para realmente ditar as regras. Senão vão descarga adentro junto com eles, os dirigentes.

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Almanaque Warm Up 2

SÃO PAULO | Tá no filó, e o Almanaque Warm Up 2 saiu. O senhor que quer presentear sua senhoura, seu filho, seu neto, o parente próximo, alguém que curta automobilismo, bom jornalismo e trabalho de ótima qualidade, compre a mais nova edição da versão impressa da Revista Warm Up.

São 160 páginas de arte by Bruno Mantovani e textos deliciosos, dentre os quais se destaca o longo material da unificação dos títulos da F1 antes de 1950, o carro-chefe desta edição. O preço é baratinho, R$ 24,90, mais de metade do que custou o anterior.

Para comprar o Almanaque Warm Up 2, que tem matérias e seções exclusivas, é so ir ao site do ‘Automobilismo EC’, que em breve também vai oferecer muitos outros produtos ao público distinto e nobre.

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O futuro do Brasil

SÃO PAULO | Foram quatro dias de tentativa de descanso na agradável Passos, lá no sul de Minas, mas o jornalismo dinâmico sempre urge. É nesta semana, meus caros, que a Revista Warm Up vai tratar de um assunto delicado, que requereu um amplo trabalho de investigação e apuração dos fatos e que aponta mais um exemplo de como o automobilismo vem sendo tratado nestas terras. Vale muito a pena.

E falando no ‘nosso’ automobilismo, Felipe Nasr e Lucas Foresti vêm mandando muito bem na F3 Inglesa. Hoje em Oulton Park, Nasr venceu e Foresti completou a dobradinha. No sábado, na primeira das três primeiras provas, foi o inverso. O campeonato ainda é muito bem visto como categoria de base na Europa, então a chance de saltos muito maiores para as próximas temporadas é enorme, GP2 e por aí vai.

Sei à boca pequena que a carreira de Nasr, administrada pela Raikkonen Robertson (Double R), tem um contrato bem amarradinho que faz a empresa de gerenciamento colocar o piloto na F1 até 2014. É uma história que vai constar nas próximas Warm Up, certamente. Foresti galga passos para segui-lo e merece os aplausos por seu esforço. Pietro Fantin também tenta aparecer. E a atuação deles já dá ideia de quem será o futuro do Brasil na categoria máxima do automobilismo.

Porque de resto, pelo jeito…

Adendo: Lito Cavalcanti, comentarista, boêmio e mandante oficial de vírus de computador, me lembrou a tempo: tem também César Ramos, excelente piloto que está na World Series. Será que esqueci de alguém mais?

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Jornalismo dinâmico

SÃO PAULO | Tudo que posso dizer neste momento é que, em mais de oito anos de Grande Prêmio e Warm Up, é o maior trabalho que estou tendo com um material. Tenho certeza de que vai valer a pena. Produção a pleno de toda a patuleia, inclusive Gomes, que vive a se regozijar no mundo das twitcams e afins.

Na semana que vem, nas bancas virtuais.

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Almanaque Warm Up 2

SÃO PAULO | Está quase para sair o Almanaque Warm Up 2, a coletânea impressa das melhores matérias da Revista Warm Up. Claro que uma matéria, que foi unanimidade, estará presente. E deve ficar lindona no papel. É só olhar entre as revistas 6 e 11 que todos saberão quais. O resto é surpresa, e das boas.

E aí vai aquele papel da batalha de sempre: ô, empresas e empresários… que tal anunciar suas marcas e ajudar a gente neste projeto ousado, hein? Interessados devem entrar em contato com o revista@warmup.com.br já.

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