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Humor

SÃO PAULO | O que esperar da Lotus na estreia na Austrália? Só os caras de lá de dentro sabem com certeza, mas aos poucos a equipe vai se tornando em uma nova alternativa de leveza e humor na F1. Essa veio no comunicado de hoje, depois que Raikkonen terminou na frente o último treino em Barcelona…

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Amor à primeira vista

SÃO PAULO | “Existem muitas coisas na F1 além de uma volta perfeita, e é isso que faz um campeão. É esse tipo de coisa que você vê nele e que mostra o quão bom ele é. Como ele usa o carro em um trecho longo e como ele cuida dos pneus. Ele nunca pilotou com esses pneus antes e imediatamente após algumas voltas, você pode ver que ele está se entendendo com eles e alternando sua pilotagem para cuidar deles.”

Este é Alan Permane, diretor de operações de pista, falando de Raikkonen.

Se os dois anos da ausência de Kimi não fizerem diferença alguma, temos aí um gênio do automobilismo. Com Schumacher e Villeneuve, dois campeões, o tempo fora da F1 foi fatal. Enquanto a temporada não começa para que se tire a prova, a única certeza que se tem é que Lotus e Raikkonen já vivem em lua-de-mel.

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O ímã da F1

SÃO PAULO | Pois Bruno Senna, que iria permanecer em silêncio até seu futuro ser definido, acabou falando à Autosport hoje que até pode aceitar o papel de piloto reserva na Lotus.

Quer dizer, você não presta para a empresa, que deixa claro que não quer mais seus serviços, mas ainda pode servi-la, num posto que vinha ocupando antes? Numa comparação direta, será que Barrichello pensa, na pior das hipóteses, em ser piloto de testes da Williams em 2012?

Claro que Senna e Barrichello estão em momentos da carreira e da vida bastante opostos. Bruno, como já dito, deveria usar como espelho Grosjean. É demérito, neste momento, voltar à GP2 e brilhar? Diante da pretensão acima, nada. Mas a atração imantada que a F1 exerce nos pilotos é extremamente curiosa. Faz com que eles ajam bem perto da irracionalidade.

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Restou um

SÃO PAULO | E deu Grosjean na outra vaga livre da Lotus, deixando os abastados Petrov e Senna na mão. Aliás, o que mais surpreende no comunicado da equipe é que os dois foram enxotados, no discurso indireto de Eric Boullier (“desejamos o melhor para eles no futuro”). É mais uma amostra daquele já falado desespero da equipe quando se viu sem Kubica e começou a dar vários tiros durante a temporada porque não havia como alguém sentar a bunda ali e desenvolver o errático carro de 2011.

Notem: em um ano só, a Lotus conseguiu terminar com a carreira de Heidfeld, mandar Petrov pro olho da rua picando seu contrato para o ano que vem e limando Senna. E a aposta dela para 2012 é em um piloto que tem dois anos de hiato na categoria e uma verve alcoólica aflorada e outro que a empresa em si demitiu no mesmo período e que resgatou colocando-o para fazer alguns treinos livres este ano. Tá todo mundo lôco, ôba.

E Brasilino Pacheco deve ter tomado um antidepressivo hoje. As chances já eram diminutas, mas como torcedor ávido e ainda com um resto de racionalidade que lhe restava, tinha noção de que Senna estava melhor que Barrichello na fita da F1. Não há mais para onde ir e o que fazer, enquanto titular, para 2012. A vaga da Williams é de Sutil, e qualquer outra notícia ou confirmação fora disso é zebra — por isso que a Force India e a própria Williams deram pra trás em seus anúncios durante o GP do Brasil; o dinheiro ainda deve estar para cair na conta jurídica de Grove; isto também mata a esperança de Rubens.

Pacheco, que não desiste nunca, ainda vê uma porta se abrindo na Toro Rosso, mas ali é reduto Red Bull. Alguersuari foi bem demais este ano, e a petrolífera Cepsa, que tem uma parte na equipe, é espanhola. Buemi e Ricciardo, no máximo Vergne, abocanham a outra. Então, o que fica para o ano que vem é só Massa e nada mais.

Petrov e Senna, fontes rígidas de patrocínios, vão ter de tocar a vida severina. O primeiro se entregou dias atrás: “Eu me considero um novato ainda”. Apamerda. Dois anos de F1, e o camarada me solta essa. O máximo que vai conseguir é encher a vida de Glock na Marussia para arrancá-lo de lá e fazer figuração na F1. O outro, coitado, ainda não teve a oportunidade propícia para mostrar o que pode — sete corridas, como um todo, é pouco. Que mire no próprio exemplo de Grosjean, posto no cadafalso assim que a Renault pôs Piquet para correr e parecia fadado ao limbo depois de, vejam só, sete corridas, e que soube se reconduzir à F1 vencendo a AutoGP e a GP2. Senão, há um mundo muito bom lá fora em que ele possa ser feliz.

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Ruim para Bruno

SÃO PAULO | Hoje a FIA anunciou que Gerhard Berger vai ser o novo presidente da Comissão de Monopostos da entidade, o que deve colocar um ponto final nas pretensões da Lotus em ter o austríaco como novo chefe de equipe a partir do ano que vem.

O que significa dizer, em outras palavras, que a situação de Senna na F1 volta a ficar delicada. Berger seria uma aposta, pelos laços antigos, de que seu nome estaria destacado na lista da antiga Renault para ser o companheiro de Raikkonen.

Aliás, Grosjean voltou a pintar com força por aqueles lados, ainda que seja aquele que menos dinheiro tenha a levar. Petrov e Sutil ainda peleiam.

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Bom para Bruno

SÃO PAULO | Deu no ‘Turun Sanomat’ hoje: a Lotus, que prometeu várias mudanças em curtíssimo prazo, pode sofrer uma troca importante em seu comando. Eric Boullier, atual chefe da equipe, tende a vazar e dar seu lugar a Gerhard Berger.

Berger tem experiência dupla como comandante de uma equipe e/ou montadora: representou a BMW e depois a Toro Rosso. Foi bem, diga-se.

Mas o interessante da história é o caminho que se abre para Senna: se Berger já chegar com poder de indicar um piloto, certamente o austríaco vai pensar no brasileiro para alinhar ao lado de Raikkonen, muito pelos laços que tem com a família. E isso mudaria totalmente o cenário atual, que não é muito favorável a sua continuidade.

Como diriam por aí, se vier Berger, é bom para Bruno.

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Onde está Wally?

SÃO PAULO | A Lotus/Caterham postou há pouco no Facebook uma foto de fim de ano de seus funcionários. Sei que é muita gente, mas notem que falta alguém aí…

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V ou F

SÃO PAULO | Será que Alexander Wurz, o bonecão de posto da Áustria, deu com a língua nos dentes ou foi só uma brincadeirinha no Twitter?

Wurz ainda está bem ligado à F1 — foi comissário aqui em Interlagos.

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Kimi voltou

SÃO PAULO | E a Lotus ficou ali à espreita e na moita para ver o que ia dar entre Williams e Raikkonen, viu que não rolou, e diante de seu desespero para ter alguém com nome forte e retumbante, foi lá e laçou o Vodka Finlandia por dois anos. Correram pra fazer fotos, vídeos, esquema ‘breaking news’. Realmente está com cara de que foi tudo acertado às pressas, durante o fim de semana — o nome de Eric Boullier, chefe do time, nem aparece no comunicado de imprensa; quem comenta o acordo é o diretor do Genii, Gérard Lopez. Danados.

A análise do fato começa pela preparação de Raikkonen. Mesmo sem a F1 ter mudado muito tecnicamente, ficar afastado dela por duas temporadas o fez perder parte da habilidade e do reflexo naturais para guiar um carro desta natureza. Kimi só terá dez dias de testes para se readaptar, segundo o esquema de pré-temporada em 2012. É bem pouco para quem também precisa avaliar um modelo que contará com uma mudança técnica importante, a do difusor sem seus gases aquecidos.

E numa análise mais pontual, como diria Cleber Machado, Raikkonen está fora da F1 há quatro anos. Pensem.

Um acordo de dois anos com um piloto do calibre de Raikkonen significa um gasto salarial considerável. Usando o que pediu para correr na Williams, € 12 milhões, a equipe sinaliza duas coisas com isso: que Kubica não vai voltar — o dispêndio com um segundo piloto de grande porte seria enorme, e a Lotus ainda não tem cacife financeiro para se bancar dessa forma — e que o companheiro de Kimi nestas temporadas deve ser aquele que mais levar dinheiro para o time. A impressão que fica é que o fracasso nas negociação entre Williams e Raikkonen e a consequente assinatura com a LRGP ferrou com a vida de Grosjean.

Senna e Petrov. Não será uma briga de chiuaua. O negócio é de cachorro grande. Daquela lista extensa lá, só Sutil é quem poderia aparecer ali com alguma chance.

Claro que o retorno de Kimi se torna, por ora, o grande charme da próxima temporada, que terá seis campeões mundiais. Apesar de ser uma contratação ousada e bastante discutível do ponto de vista prático e de resultados.

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Barrichello à caça

SÃO PAULO | Que Barrichello tem demostrado vontade hercúlea para permanecer na F1, não há discussão. Se vai conseguir, são outros quinhentos, mil, milhões de dilmas e dinheiros europeus. As chances dele, todos sabem, estão na Williams e na Lotus.

Barrichello recebeu de Massa novamente o conselho para abandonar a carreira e fazer uma festa em Interlagos nos próximos dias. Felipe explicou que não vê Rubens indo atrás de patrocínio para aumentar suas possibilidades.

Mas Barrichello não deu muito ouvido ao amigo Massa, não. Tanto que esteve ontem de manhã na sede da Nestlé aqui em São Paulo para conversas orçamentárias.

A briga em que Barrichello se meteu é forte. Giedo van der Garde, por exemplo, tem 8 milhões de tutus do velho continente a dar. Sutil também vem forte. E Senna já mostrou que também não está para brincadeira.

 

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A briga pelas 4 vagas

SÃO PAULO | Se a F1 não viveu uma temporada das mais fortes em termos de notícias, o fim do ano tem se apresentado muito bem, obrigado. Os casos das duplas de Williams e Lotus aqueceram as manchetes. Nem mesmo os dois pilotos que pareciam pétreos estão garantidos. É como sempre diz Evelyn Guimarães, depois de comer dois pães líquidos: “A certeza da vida é a mudança”.

Maldonado, aparentemente garantido para 2012, já não está tão tranquilo assim, não. O congresso da Venezuela resolveu questionar de vez o contrato com a Williams e quer vê-lo para aprová-lo. Do contrário, la casa cayó. Em Grove, Raikkonen era nome certo e para ser anunciado, mas o finlandês parece ter exigido uma parte acionária da equipe. Barrichello só fica à espreita nessa.

Petrov, contratualmente garantido para 2012, está tranquilíssimo, só que ao contrário. Ainda foi desancar a criticar o carro e sua a falta de desenvolvimento, apontou os erros, disse que, se um belo dia resolverem mandá-lo embora, mandam, e aí chorou, teve de engolir o choro, pediu desculpa e chorou mais de arrependimento. Senna só fica à espreita nessa, mas deve ter dado um sorriso à Monalisa.

Só que hoje, o chefe Eric Boullier deu ao site da F1 o tom de sua dupla: se Kubica não se recuperar a tempo, quem vai ocupar a vaga é Grosjean. Ou seja, o francês será um dos pilotos da Lotus. O lugar remanescente não está só entre Petrov e Senna. No meio da entrevista, o dirigente mostrou uma recente ligação ao empresário de Raikkonen…

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Passe livre

SÃO PAULO | Nem o próprio Kubica deve ter certeza se vai voltar a competir dignamente em um carro de F1, mas seu nome e seu passe continuam em ebulição quente e borbulhante no mercado. Se não estiver pronto para o ano que vem — como parece — e devidamente livre das amarras da Lotus, duas equipes já se manifestaram muito favoráveis à sua chegada em 2013, é o que diz a revista Autosport: Ferrari e Red Bull.

A publicação inglesa diz que Daniele Morelli, empresário do piloto, já foi chamado para conversas mais avançadas. No fim da temporada que vem, os contratos dos iguais Massa e Webber chegam a um ponto final, e pelo que tem sido feito por ambos até agora, a chance de que permaneçam onde estão é como a do Corinthians ganhar a Libertadores — frase cunhada por Felipe Giacomelli. Mas é uma nova amostra, como a dada por Eric Boullier, do estado em que estas equipes se encontram para ter um piloto que seja forte — no caso dos cavalos e dos touros, que haja um companheiro forte aos seus primeiros pilotos.

Se a McLaren acertar na sintonia fina de seu novo modelo, que vem sendo tratado como MP4-27A (híbrido? o MP4-27 já era? hum!…) nos testes em Abu Dhabi, e com a dupla que tem, com Hamilton refeito de seu mal necessário, há de vir forte para pelo menos ser campeã de Construtores — um cenário perfeitamente plausível.

E sem a pressão de ter de se recuperar, sabendo que 2012 está perdido, Kubica terá um tempão para sentar num carro novamente durante a temporada do ano que vem, ver se seu incrível talento não se foi naquele malogrado acidente de rali e analisar as propostas. Seu retorno, que seja fora da F1, pela HRT ou num time top, já será uma vitória e tanto.

Aí o Diogo Kotscho, viajante e palpiteiro de plantão, lançou uma pergunta, que adapto aqui: que vale mais, o Kubica de 2010 ou o Massa de 2008?

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Na marca da cal

SÃO PAULO | Além de Barrichello, outro veterano do grid da F1 não está garantido na temporada 2012, segundo o bom site italiano 422race.com. Trulli, que tem contrato assinado com a rebatizada Caterham, pode perder a vaga.

A F1 tem mostrado nos últimos tempos bons exemplos de que assinatura no papel em múltiplas vias não é garantia 100% de um acordo. Meses atrás, a Lotus disse que seus dois pilotos atuais, mencionando Kovalainen, permaneceriam no time no ano que vem. Mas a volúpia de três pilotos bastante abastados financeiramente, aliada com as fracas performances de Trulli, pode mudar o cenário.

É bom resgatar que já era para Trulli ter picado a mula depois do fim da temporada passada, naquela conhecida história da assinatura do contrato de Senna — dada pelo nanico Flavio Gomes às vésperas do GP do Brasil, negada por todos e depois confirmada por gente bem próxima ao piloto, que acabou indo parar na outra Lotus, a Renault; assim que eu achar o link, posto aqui. Jarno, nonna reclamona, passou parte do ano pedindo uma nova direção hidráulica. Quando a teve, seguiu se queixando, principalmente da falta de sorte, enquanto via Kovalainen sempre tendo desempenhos melhores.

A preferência por Kovalainen, aliás, é claramente manifestada por Fernandes e seu grupo. Não fosse o medo de perder o décimo lugar nos Construtores e 23 milhões de dinheiros europeus, Trulli teria perdido momentaneamente o cockpit para Chandhok em Abu Dhabi e Razia no Brasil — há uma chance mínima de isso acontecer, contudo.

O site italiano dá os nomes dos candidatos. O primeiro é D’Ambrosio, que está de adieu da Marussia Virgin, provavelmente já fechada com o francês Pic — cujo nome é perfeito para a transmissão da F1. Os outros dois estão ligados à Red Bull: Daniel Ricciardo, hoje na HRT, e Jean-Eric Vergne, que tem aparecido como piloto do primeiro treino das sextas-feiras dos GPs na Toro Rosso.

Há também um nome a ser considerado, principalmente para as equipes que querem dinheiro, como o auditório do Silvio Santos: Van der Garde, que tem 8 milhões de tutus do velho continente para jogar em aviõezinhos.

Se a Caterham não colocar grana como prioridade absoluta, pode encontrar em casa uma solução: Valsecchi, piloto da AirAsia na GP2.

E Trulli, que está na F1 desde 1997, já deveria picar a mula?

 

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Não vai dar

SÃO PAULO | Foto recente de Robert Kubica, que teoricamente tem de comunicar à Lotus Renault, futura Lotus, nos próximos dias se tem condições de voltar a pilotar em 2012.

Creio que não precisa ter este trabalho…

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O futuro de Razia

SÃO PAULO | É bem difícil que Luiz Razia sente no carro que pertence a Jarno Trulli lá na Lotus, futura Caterham, durante o fim de semana inteiro do GP do Brasil. O máximo que o brasileiro deve conseguir é o primeiro treino livre da sexta-feira.

Por mais que a Lotus seja evidentemente melhor que as outras duas equipes do pelotão da miséria, HRT e Virgin, há ainda o temor de que uma hecatombe automobilística aconteça e o time de Tony Fernandes perca o décimo lugar no Mundial de Construtores.

Afinal, não se pode desperdiçar assim 23 milhões de dinheiros europeus, em tempos de crise e década quase perdida no continente mais velho.

Aí reside a grande razão por Karun Chandhok ter sido visto apenas nos boxes do time verde e amarelo em sua corrida natal na Índia. E com tal precedente, a Lotus não vai entregar o carro 21 a um piloto que é apenas verde para a F1.

Razia, vale dizer, até teria a grana necessária para correr. Tal como Chandhok. Assim, a única esperança do baiano de Barreiras seria torcer para que Heikki Kovalainen e o próprio Trulli consigam um resultado mais do que espetacular em Abu Dhabi. Mas em tempos de carros quase inquebráveis, a fé de Razia não vai mover os carros para a frente. 

O outro foco de Razia é 2012, claro. Que não se apresenta tão claro assim. Porque os resultados tinham de vir, mesmo, neste ano na GP2. E não vieram. Luiz não conseguiu terminar entre os 10 primeiros na classificação geral de uma categoria que conhece há três anos. O próprio piloto do Drive Riot reconhece que a temporada não foi boa — o que é sempre ótimo. 

Assim, o trabalho para buscar patrocínios se intensificou. E a GP2 já não aparece como opção para sua carreira —algo que possivelmente deixa a categoria de base da F1 sem representantes brasileiros para o ano que vem.

E os caros internautas deste ‘novo’ espaço, que observam para Razia e seu futuro?

 

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