Arquivo da tag: Helio Castroneves

A ação da TV

SÃO PAULO | Duas informações que ouvi ali e acolá, que não vão mudar o rumo do mundo, mas que só entram a título de curiosidade e envolvem a TV Bandeirantes.

1) Tão logo viu que Barrichello se animou com seu primeiro teste na Indy, os executivos da emissora paulista chamaram o piloto para uma reunião a fim de convencê-lo a correr na Indy. Tiveram papel salutar, pois, na decisão do brasileiro, que se tornou o xodó da TV.

2) Sim, a Bandeirantes só transmitiu a corrida de São Petersburgo até o fim porque era Castroneves quem estava na liderança — apesar de a área de vídeos do site da emissora apontar que a vitória foi de Kanaan. A ordem é a seguinte, quando conflitar com o futebol: só passar se brasileiro estiver na ponta. Ou seja…

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Helio em Goodwood

SÃO PAULO | Helio Castroneves foi chamado, aceitou o convite e no próximo fim de semana vai à Inglaterra para participar pela primeira vez do Festival da Velocidade de Goodwood.

A edição deste ano terá como tema a Indy 500, e o brasileiro vai pilotar alguns carros históricos da categoria durante a programação, dentre eles modelos antigos da Penske na Indy, como os ganhadores das 500 Milhas — por exemplo, o da vitória de Gil de Ferran em 2003.

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Hoosiers, 23

INDIANÁPOLIS | Entrevista rápida com Helio Castroneves agora há pouco em Indianápolis, em que o brasileiro explica seu 16º lugar no grid de largada e a expectativa para a corrida de domingo:

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Hoosiers, 7

INDIANÁPOLIS | A assessora de mais idade traz aqui neste momento as estatísticas da Indy, que são achados históricos maiores que a descoberta mesozoica — que reparei agora não levar mais acento. A algumas:

_ Tagliani é o primeiro canadense a largar na pole na Indy 500. Até então a melhor posição de um piloto nascido lá era… se pensou Jacques Villeneuve, errou feio. Foi Scott Goodyear, largando em 1995 na terceira posição. Aquela prova acabou vencida pelo próprio Villeneuve.

_ A última pole de Tagliani havia acontecido havia oito anos, em Montreal, quando competia pela Champ Car.

_ É a segunda pole da Sam Schmidt na Indy. A última havia acontecido há dez anos, com Jaques Lazier no volante.

_ Helio Castroneves obteve hoje sua pior posição de largada na prova. Até então, o brasileiro tinha como pior posto no grid um 13º lugar (2002).

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Anhembindy, 6

ANHEMBI | Giorno. E aí a gente chega à sala de imprensa e vê, entre outras coisas, as atualizações do Facebook. Aparece lá uma foto da Dreyer & Reinbold. Pendurada na asa traseira do carro de Justin Wilson está uma faixa endereçada a Helio Castroneves e se refere aos incidentes que teve nas três primeiras provas da temporada. Talvez seja meio explicativa, sei lá…

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Anhembindy, 4

ANHEMBI | Boa tarde, Anhembi ao vivo e ‘in loco’, que é sempre o que vale. O sol voltou à capital paulista, temperatura já chegou a 27ºC, assim deve ficar até o fim de semana, seco.

Mas aí vai uma boa história.

A organização da corrida da Indy aqui em São Paulo queria aproveitar a coincidência da data com o aniversário de morte de Ayrton Senna para render algumas homenagens. Desde outubro do ano passado, começou-se a confabular o que poderia ser feito. Duas ideias começaram a vingar: a de trazer o Penske #4 com a qual o brasileiro fez um teste em 1992, no misto de Firebird, e a de os cinco pilotos locais usarem um capacete dividido, com pintura entre as que usam normalmente e a outra parte lembrando as cores de Ayrton.

Evidente que havia uma série de empecilhos. Tirar o veículo lá do museu em Mooresville para trazer a São Paulo, além de uma questão logística, tem todo um envolvimento sentimental. Roger Penske não deixa que se mexa em absolutamente nada, a não ser que se ponha o veículo para um shakedown, acionar o motor, coisa e tal. E tem outra: o carro era patrocinado pela Marlboro.

A propaganda tabagista é proibida por aqui. E é proibido tirar a poeira, que dirá o adesivo.

Aí deixaram de lado um tempo, e depois quando tentaram reativar a proposta, já se fazia tarde. Partiram para a sugestão dos cascos com pintura à la BAR 1999, que seriam posteriormente mandados ao Instituto Ayrton Senna.

Só na etapa de Long Beach, portanto há duas semanas, que foram questionar os pilotos se seria viável. Não, claro, os capacetes para esta prova, com seus respectivos patrocinadores, já estavam com seu layout definido há muito tempo. Chegou-se a um consenso de que deveriam ser pegos, então, cinco capacetes, que seriam pintados pela Artmix com as metades propostas, sem ‘sponsors’, e posteriormente assinados por Castroneves, Kanaan, Meira, Matos e srta. Figueiredo.

Toparam, e a homenagem seria anunciada ontem, com as pompas devidas. Mas acabou cancelada.

A organização alegou que os custos, R$ 25 mil pelos cascos desenhados, eram muito altos.

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Anhembindy, 3

ANHEMBI | Vai, falem, brasileiros:

Bia Figueiredo (braço direito patrocinado): “O foco no último mês foi totalmente em cima da recuperação da minha mão, muita fisioterapia, e é lógico que você fica frustrado e ansioso e com pressa de voltar a correr. Em Long Beach, ainda estava com muitas dores, mas foi bom para ganhar alguns pontinhos e me preparar para São Paulo. Eu não acredito que esteja 100% para este fim de semana, mas vou estar bem melhor que Long Beach e até sábado me recuperar da melhor forma possível.”

Raphael Matos (feliz dimais da conta, sô): “A temporada está sendo bem interessante. Eu só consegui acertar meu contrato aos 45 do segundo tempo, bem tarde. Tem sido muito bom. Terminei a primeira corrida na sétima colocação, sendo que a gente fez o shakedown do carro na sexta-feira daquele fim de semana. Não tivemos oportunidade de testar durante a pré-temporada, e a equipe trabalhou bem duro para me dar um carro que não quebrasse e competisse de igual para igual com as outras equipes. Na segunda, bateram em mim numa das relargadas, e não pude terminar, e na terceira prova em Long beach, terminei em 11º, que foi uma excelente colocação, tendo em vista que terminei entre dois carros da Penske. No dia em que os ponteiros errarem e a gente acertar, em termos de pit-stop e classificação, a gente vai estar brigando com eles.

Vitor Meira (pai babão): Tem sido um ano bem legal. Do ano passado para este, o foco sempre foi melhorar em circuitos de rua e mistos, que era onde estávamos mais fracos. No ano passado, a equipe fez um trabalho legal em termos técnicos e estrutura para fazer isso acontecer, e acho que está sendo visivelmente bem feito porque os resultados estão vindo. A gente tem andado melhor e mais rápido em todas as pistas em relação ao ano passado,  principalmente vendo que o campeonato está muito mais competitivo. Todas as equipes têm o mesmo carro há sete anos, então todo mundo já pegou a mão e sabe a base do negócio. Os pilotos estão em um nível impressionante. O show em São Paulo vai ser bem melhor. Espero ser tão competitivo quanto e tomar as decisões certas como no ano passado. Vai ser o resultado do trabalho.

Tony Kanaan (zoado pelos vírus): “Estou tentando ficar recuperado. Saí da cama literalmente hoje porque peguei uma virose. Eu li um comentário de um fã no Facebook que dizia assim: ‘Quando o médico não sabe o que é, ele fala que é virose e te manda para casa’. Foi o que aconteceu. Eu estava com muita dor no corpo, mas pensei que era por fazer muito exercício. Mas eu não consegui levantar da cama segunda de manhã, depois de ter passado a noite no hospital, e comecei a ficar preocupado. Passei por todos os exames, e todos deram negativos. Um dos enfermeiros chegou a achar que era dengue. Ainda estou um pouco baqueado, mas estou de pé.

Sobre a temporada, foi super trabalhoso e sofrido para mim assinar um contrato seis dias antes da primeira corrida, e terminamos a corrida num pódio e as três entre os dez primeiros. A equipe é pequena, e conseguimos já igualar o melhor resultado dela na história. Eu não sabia o nome de alguns mecânicos até a segunda corrida, até hoje nunca fui à sede da equipe porque não deu tempo, e apesar disso, o começo de temporada está bom. Mas eu tenho de ser realista: a gente tem muito que trabalhar ainda. A gente nem está nem perto do nível da Penske, da Ganassi e da Andretti também, mas estou aproveitando as situações e fazendo o maior número de pontos. Acho que a gente tem bastante chance de ganhar corrida este ano, e depois desta luta toda, estou feliz só de estar aqui. Mas aí você começa a ter uns resultados melhores e fica mais angustiado para fazer melhor. A gente construiu uma equipe de última hora, que não existia. Os carros estavam lá, prontos, e a gente foi pegando um de lá, outro daqui. Foi bom.”

Helio Castroneves (sem toque):  ”Vamos começar o campeonato… eu estou até mais frustrado e chateado do que todo mundo por este começo de temporada, totalmente estranho. Talvez seja uma fase ruim; a gente tenta procurar explicar uma coisa ou outra, mas não tem muito o que achar. É virar a página e promover uma reviravolta aqui no Brasil, o que seria perfeito. A equipe toda me deu um apoio muito grande, principalmente depois do que aconteceu na última corrida, e estou empolgadíssimo para São Paulo, para também levar este bom momento para Indianápolis. Vamos torcer e trabalhar. Parece que as modificações na pista estão sendo bacanas, o que é importante, e o negócio é realmente começar o campeonato.”

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Dançando e sambando

SÃO PAULO | A corrida passa pelo sambódromo do Anhembi, não há resquícios do Carnaval e tal, mas alguns pilotos da Indy vão resgatar o siriguidum e as batidas dos bumbos e pandeiros amanhã.

Os brasileiros Helio Castroneves e Raphael Matos, o espanhol Oriol Servià e a suíça Simona de Silvestro estarão na quadra da Camisa Verde e Branco na tarde desta quarta. A tradicional escola foi vice-campeã do grupo de acesso aqui na capital e vai desfilar no principal em 2012. Américo Teixeira Jr., assessor de Helio e sambista de carteirinha, garantiu que o piloto aprendeu bem o ritmo na época do ‘Dancing with the Stars’. E Simoninha sambando deve ser uma graça.

Acho que vou dar uma passada lá. É verde e branco, afinal.

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Penske e Grupo Petrópolis

SÃO PAULO | Vai pintar nas próximas horas na Revista Warm Up que um acordo costurado nas últimas semanas verá o carro de Helio Castroneves pintado com as cores das marcas do Grupo Petrópolis na corrida de São Paulo da Indy. 

Trata-se do sétimo patrocínio que a Penske, equipe do brasileiro e principal da Indy, fecha para esta temporada, bem como marca o avanço da empresa brasileira que mais tem investido em automobilismo. Dono das marcas de cerveja Itaipava e Crystal e do energético TNT,  o Grupo Petrópolis apoia equipes na Stock Car e na F-Truck, além de ser o patrocinador principal do GT Brasil.

O carro número 3 terá, então, a exposição destacada da Itaipava e o TNT como o que consideram de patrocinador associado. A parceria tem validade inicial até 2014 e até pode ser estendida para um segundo a partir do ano que vem.

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Penske azul

SÃO PAULO | Helio Castroneves colocou agora à noite em seu Twitter algumas fotos da pintura de sua Penske com patrocínio da AAA (Automobile Club of Southern California), que serão usados nas provas de Long Beach e Texas. É, convenhamos, esquisito ver uma Penske azul…

 

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+ Ganassi, + chance da Penske

FLORIANÓPOLIS | Uma Ganassi com quatro carros mostra força, mas pode, no fim das contas e do campeonato, ajudar a Penske em 2011. É o que avaliou Helio Castroneves, três vezes ganhador da Indy 500, mas que ainda persegue seu primeiro título na Indy, na coletiva de hoje no Kartódromo de Canasvieiras, Arena Sapiens, onde vai participar do Desafio de Kart pela primeira vez.

 A guerra branca e saudável que se estabeleceu nos últimos tempos entre as duas equipes de ponta da categoria viu a Penske anunciar uma série de patrocínios — três, precisamente: Shell, Meijer e AAA  — e a Ganassi contra-atacar com a duplicação de sua operação, passando a ter quatro carros — ou duas equipes com dois carros, como preferiu dizer Chip Ganassi.

O acréscimo de carros na casa do vizinho é um fator a ser considerado. Primeiro positivamente. “Sem dúvida é um grande investimento e a equipe terá um aumento de competitividade”, declarou Helio. Então, por outro lado. “Mas é importante falar que esse ano foi o primeiro ano que a Penske correu com três carros. Então, houve alguns erros de pit-stop e de estratégia. Nós já sabemos como aconteceu e vamos trabalhar nisso. Talvez, a Ganassi agora, com quatro carros, também passe por isso. E se com três carros já difícil, imagine com quatro.”

No ano que vem, além da dupla Dario Franchitti-Scott Dixon, a Ganassi  terá em sua equipe, digamos, satélite Graham Rahal e o estreante Charlie Kimball. A Penske vai manter o trio que tem o brasileiro e os australianos Will Power e Ryan Briscoe. “Em termos de velocidade, de desempenho, acho que não muda muito coisa”, continuou Helio. “Mas talvez em termos de estratégia e de execução, eles podem enfrentar certas dificuldades”, completou.

A Penske não vence um campeonato desde 2006, último ano da presença de Sam Hornish Jr. na equipe. De lá para cá, a Ganassi ficou com três títulos.

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O paredão da Penske

SÃO PAULO | Já começam a vazar os rumores fortes vindos ali da Carolina do Norte que a Penske, independente do resultado que obtiver na temporada, pensa seriamente em voltar a ter apenas dois carros em 2011.  

Pássaro dos bons relatou ao Blog Victal que Ryan Briscoe está a perigo, pois. Nunca que Roger Penske vai pensar em dispensar Helio Castroneves, muito menos ousar deixar Will Power livre no mercado.

Briscoe, que evoluiu muito nos últimos dois anos de carreira, acabou perdendo um título que lhe era todo seu no ano passado, na prova em Motegi — quando, ao sair dos boxes, perdeu o controle do carro com os pneus frios e deu no muro interno do oval. Numa análise geral, seria o preterido dos três. 

Em três temporadas na Penske, Briscoe obteve sete vitórias e dez poles.

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Vitória sim, título não

SÃO PAULO | A vitória de Helio Castroneves veio nesta noite no Kentucky mais para desentalar aquela que havia sido tomada em Edmonton do que para esboçar uma arrancada fenomenal para o título. Até porque as chances do brasileiro praticamente se esgotaram nesta noite e oficialmente acabam no primeiro treino livre do GP de Motegi quando Will Power for à pista.

Os 50 pontos elevaram Helio a 448 na classificação geral. O oitavo lugar do companheiro Power fizeram o australiano da Penske se manter na liderança da classificação com 552. A diferença é, portanto, de 104. Em mais duas etapas, são 106 pontos em jogo. Num cálculo rápido e simples, portanto, daria para Castroneves passar.

Mas é que qualquer piloto, ao participar de um fim de semana de corrida da Indy, marca pelo menos 10 pontos. Assim, bastaria que Power desse somente uma volta nos treinos no oval do Japão para garantir sua pontuação base e pular para 562, rifando Helio da briga e permitindo apenas que Dario Franchitti e Scott Dixon tentem a taça.

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Helio: apenas multa

SÃO PAULO | Helio Castroneves foi multado pela (má) atitude após o GP de Edmonton da Indy. Nada mais além disso. A punição saiu depois de um encontro que aconteceu agora há pouco nos escritórios da IRL em Indianápolis.

Helio esteve reunido com o presidente da Indy, Randy Bernard, na tarde de hoje. O presidente de operações e diretor de prova, Brian Banrhadt, participou por telefone. O assunto foi basicamente a conduta de Helio com o diretor de segurança, Charles Burns, que foi pego pelo colarinho no momento de cólera de Castroneves ao saber que não havia ficado com a vitória.

Ficou definido, então, que a pena disciplinar será revertida em multa, no valor de US$ 60 mil, além de ficar sob observação até o fim da temporada. Assim, Helio participa normalmente da corrida deste fim de semana da Indy em Mid-Ohio, e assim segue o bonde.

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Helio: Milka tem de sair

SÃO PAULO | Não foi só a punição no GP de Edmonton que não desceu para Helio Castroneves. O brasileiro também contestou a opção do diretor de prova, Brian Barnhart, de colocar Milka Duno em observação durante as provas restantes da temporada da Indy. Perguntado pelo Blog Victal se o dirigente havia tomado uma decisão correta, Helio negou. “Ele não acertou. Acho que já deveria ter tirado a Milka.”

Não acertou porque veio tarde demais. “Faz quatro anos que ela está na categoria, e são quatro anos em que temos um piloto que não chega perto dos limites recomendáveis. Então ele deveria ter feito isso há muito tempo, e nesse sentido mais uma vez eu discordo.”

Castroneves comentou que os demais pilotos dividem a mesma opinião que a sua. “Ela estava colocando em risco a vida dos outros pilotos e a dela, porque é um esporte rápido e perigoso, principalmente quando vem num oval e se aproxima numa velocidade alta, é complicado ter um piloto que não atinge os padrões básicos de automobilismo.”

Como pano de fundo, Helio também revela uma birra com Barnhart. “Agora, cara, tudo que ele falar, eu vou contra. Se ele falar que é perto, eu vou falar que é branco”, completou.

Barnhart vai ter uma reunião com Helio no início da próxima semana para ouvir o piloto sobre seus atos após a corrida em Edmonton, em que pegou o diretor de segurança, Charles Burns, pelo colarinho. Castroneves pode receber nova punição.

O caro amigo José Eduardo Teixeira deve estar pensando lá em Caracas o mesmo que muitos: até Helio sabe que não dá.

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