O dono da bola
É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está no Grande Prêmio, isso há quase 9 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para “Folha de S.Paulo”, “Lance!” e “Quatro Rodas”, foi repórter da edição brasileira da “F1 Racing”, cobriu F1, Stock Car, a Indy e três edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Conheceu cidades como São Luís e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou o caminho certo. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
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@gianoddi pódeixá. vai tarde, mas vai. tô enroladíssimo. 13 minutes ago
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@Mahanibs sim, manda. 44 minutes ago
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Como não gostar da dupla da Sauber, a melhor da história? #F1 1 hour ago
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Otro mito. RT @fagnermorais: E o @SChecoPerez me ganhou como fã. Melhor capacete de todos os tempos da história da F1: http://t.co/vs9FKmCr 1 hour ago
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Lindona! RT @RONEIRECH: @flaviogomes69 Bela foto nao? http://t.co/PXhLJtw9 2 hours ago
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Vero. RT @estadodecirco: Acho que não houve qualquer destaque para o belo 13º lugar da Bia no grid das 500 Milhas. Estou errado, @vitonez? 3 hours ago
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Fantasiar. É diferente. E ela é maluca. Não duvide. RT @maria_fro: Acho que abuso sexual é muito grave pra inventar... 4 hours ago
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@maria_fro Eu acho essa moça maluca. Não dá para levar muito a sério o que diz. 4 hours ago
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Essa moça é biruta. RT @rcarrapatoso: Disse ! Foi o padeiro, o peixeiro, o amigo do pai, o vizinho, etc ......... 4 hours ago
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E a Xuxa disse quem, afinal, abusou dela? 4 hours ago
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Arquivo da tag: GP do Brasil
Audiência baixa
SÃO PAULO | Sinal dos tempos: o GP do Brasil do último domingo em Interlagos foi tão desinteressante que nem foi o mais visto do ano pela TV, segundo a medição do Ibope.
Acostumada a ser decisiva nos últimos anos, portanto tendo bastante audiência, a prova que fechou o calendário de 2011 da F1 teve apenas 13 pontos de média na Globo — medição feita em São Paulo — e foi menor que os números apresentados naquele maluco e molhado GP do Canadá, em que a média foi a 15 — e a corrida não foi transmitida inteira.
No ano passado, o GP do Brasil, que ainda via o título indefinido, teve 16 pontos. Em 2009, a audiência foi de 26. Na decisão que quase fez de Massa campeão em 2008, chegou a 33. Isto é, em três anos, o número de espectadores caiu 60%.
A situação também corrobora aquela velha cultura brasileira: a de acompanhar os atletas nacionais apenas quando estão em alta.
Brasilândia, 17
INTERLAGOS | É o último post, este, direto de Interlagos. Enfim, terminou a mais longa temporada da F1, a que chegou mais longe no ano para todos nós. Um ano que, na pista, começou arrasador em termos de emoções, mas que, tão logo todo mundo tomou mão das novidades (DRS e pneus Pirelli), o negócio voltou a ser o que era.
Vettel e Red Bull formaram uma aliança perfeita. Aqui mesmo isso foi demonstrado. Não fosse a encenação que faria inveja a Paulo Autran e Fernanda Montenegro, o alemão ganharia com um pé nas costas a corrida de hoje. Pisaria ainda mais em Webber, cuja vitória não apaga o campeonato abaixo da crítica para quem tem um canhão nas mãos.
Button e Alonso fizeram excelentes campeonatos. O Jenson de 2011 é melhor que o campeão de 2009. Aquela vitória no Canadá foi de encher os olhos. Alonso também fez o máximo que podia com um carro bem limitado. Mas uma campanha de 11 pódios, sendo um deles no lugar mais alto, demonstra que o espanhol é um dos melhores.
Hamilton só precisa colocar a cabeça no lugar. O abraço em Massa depois da corrida de hoje para eliminar as indiferenças é um indicativo de que, pelo menos, Lewis refletiu as coisas que fez (mal) no ano. E Felipe, coitado… o bom de Massa é que se trata de um cara transparente. O ano foi péssimo, e ele nunca escondeu. O ano tem de ser cancelado, e ele vai e fala. A imprensa e a torcida cagam em sua cabeça, e sua cabeça se mantém firme — e não arquiteta vinganças ou permite mágoas. Enquanto piloto, Massa terá de ser Massa² em 2012 pelo menos. Para não ter de viver a agonia pela qual passa Barrichello.
Rubens completou 19 temporadas e está mais longe do que perto de fazer a 20ª. Todos os colegas expressam publicamente o desejo de compartilhar com ele mais uma temporada, mas não é prioridade nem na Williams nem na Lotus. Barrichello mantém a esperança de arrumar um lugarzinho na F1 e preferiu o risco grande de enfrentar a incerteza do futuro a ter de aceitar a derrota com a celebração devida pelo ponto final.
E tem Senna, que apareceu bem em algumas ocasiões e também vive a mesma agonia de Barrichello. Bruno é outro que não camufla a realidade, e isso é um ponto altamente favorável e apreciável, só que precisava ter feito mais. Em alguns momentos, o erro partiu dele; noutros, a Lotus Renault e seu carro não contribuíram. Hoje, particularmente, tomou uma punição que, como tantas outras em outros tempos, seria considerada absolutamente como incidente de corrida, só que a FIA e seus comissários tem apresentado uma rigidez de internato. Senna precisa ser avaliado uma temporada inteira. Aí, sim, será mais justo notar do que ele é capaz.
O carro-chefe acabou, e nos resta agora acompanhar a movimentação do mercado e preparar o terreno para 2012. Nós aqui em casa nova, e oxalá parte do que planejamos dê certo para que seja mantido esse padrão de cobertura que aplicamos ao longo destes últimos quatro dias.
Fiquei extremamente orgulhoso do trabalho feito este ano pela equipe, que teve as estreias ‘in loco’ da demitida Evelyn Guimarães e do faminto Fernando Silva. Nem parecia que era a primeira vez; tiraram de letra. Foram lá, entrevistaram meio mundo, trouxeram informações, fecharam a sala de imprensa em alguns dias, correram pra lá e pra cá. Dois monstros desta nova geração do jornalismo, ainda que sejam velhacos. Não posso dizer o mesmo de Flavio Gomes, mas ele está no caminho. Um dia há de aprender.
E também devo exaltar o grande apoio da retaguarda, feito pelo Felipe Giacomelli, pela Juliana Tesser e pelo Mauro de Bias, outros três fantásticos membros de grupo novo de gente competente — bem restrito, pena — que surgiu e que faz parte do nosso time. Foram três guerreiros prestativos do terceiro milênio. Acho que alguém já falou algo parecido por aí, não sei bem.
Enfim, a lojinha está fechando por aqui em Interlagos, e parte do povo nos espera no bar para comemorar o sucesso e a vida, junto com o pessoal da Estadão/ESPN, que deu um banho de cobertura no rádio neste debute. Everaldo Marques, Conrado Giulietti, Tonhão Strini, o prata da casa Thiago Arantes, José Renato Ambrósio e Julio Gomes, praticamente parceiros de cobertura e grandes amigos.
No ano que vem, voltaremos. E mais fortes. Podem cobrar.
Brasílândia, 16
INTERLAGOS | Números oficiais passados pela organização do GP do Brasil, sobre o público que compareceu às arquibancadas de Interlagos: sexta, 19.602, e sábado, 53.231.
Os números são 13% inferiores aos de 2010.
Brasilândia, 15
INTERLAGOS | Giorno a tutti. Nuvens, muitas nuvens, tranquilidade, paz e certa quietude. É um GP do Brasil estranho, esse, sem decidir nada, sem muito interesse do público. Mas há coisas boas e muito legais acontecendo. Tipo a de Nelson Piquet andando com a Brabham de 1981, com a qual conquistou seu primeiro título na F1.
Olha só a sequência de fotos do germânico Carsten Horst no warm up agora há pouco.
Brasilândia, 14
INTERLAGOS | Daí o camarada me pega e tira o recorde de Mansell, o de recorde de poles em uma temporada. E o que o camarada faz? Vai e tira uma com a cara do Leão.
O camarada é simplesmente genial.
Brasilândia, 13
INTERLAGOS | Dois representantes da organização do GP da Coreia estão em Interlagos visitando as instalações e aprendendo os macetes do que é feito nestas terras. Acompanhados por Marília Frias, da assessoria de imprensa do GP do Brasil, ambos estiveram na sala de imprensa e viram cada ponto da área onde trabalhamos.
Lá na área do catering (alimentação), o casal coreano estava observando as duas geladeiras que conservam as bebidas e os sanduíches, e em inglês, o senhor de aparentemente de 60 anos perguntou: “It’s beer?”. Quando ouviu que não, completou: “Malaysia has beer”.
Acho que vou para Sepang cobrir a corrida em 2012…
Brasilândia, 11
INTERLAGOS | Só um sinal de como as coisas estão caminhando em termos de patrocínio na Venezuela — leia-se PDVSA.
Ernesto Viso está aqui em Interlagos, ciscando aqui e ali. “Sim, estou conversando com algumas equipes”, me disse há pouco no paddock. Companheiro de Kanaan na KV, está garantido na Indy em 2012, só que ao contrário. “Não vou ter o apoio da PDVSA”, confirmou.
É a questão do congresso da Venezuela, que está analisando todos os contratos da petrolífera.
Daí é só aplicar a relação para Maldonado e Williams.
Brasilândia, 9
INTERLAGOS | Só na paz, este sábado tranquilo para se chegar a Interlagos. Por enquanto, o sol predomina, mas já há algumas nuvens na capital paulista. A previsão diz que o tempo muda, que vem chuva, que ela vem da represa, e por aí vai. As equipes trabalham com esta situação, também. Na Williams, 65%; pelo Climatempo, 80%.
Um detalhe válido para quem estiver chegando de carro e quiser estacioná-lo nestes muitos lugares disponíveis que se formam nas redondezas: tem gente cobrando até 100 dilmas para tal.
Brasilândia, 8
INTERLAGOS | Mundo Deportivo e Marca, dois importantes jornais espanhóis, com certas ressalvas críveis, noticiaram hoje que esfriaram bastante as negociações outrora avançadíssimas entre Raikkonen e a Williams.
O anúncio que a equipe inglesa pretendia fazer aqui no Brasil foi adiado porque não há mais acordo entre as partes, noticiou o primeiro jornal, sem dar outras explicações.
O segundo periódico afirmou que Raikkonen pediu € 12 milhões e que o acordo que Frank Williams tentou fazer com o banco do Catar não deu certo. Assim, a decisão do dono da escuderia de Grove é apelar para quem leve um punhado considerável de tutus. E quem aparece bem na fita é outro finlandês, que corria muitíssimo por fora: Valtteri Bottas.
Outras mídias têm ressaltado muito Sutil. Barrichello tem ido atrás de R$ 7,5 milhões e faz sua parte. Giedo van der Garde tem a maior quantia.
Lindo, esse cassino da F1.
Brasilândia, 7
SÃO PAULO | Pilotos que apareceram nesta sexta-feira em Interlagos, a quem interessar, e se interessar, possa: os irmãos Cacá e Popó Bueno, Tuka Rocha, Daniel Serra, Thiago Medeiros, Fábio Carbone e Gil de Ferran.
E Ernesto Viso, piloto PDVSA como Maldonado.
Brasilândia, 6
INTERLAGOS | Ontem no fim da tarde, início da noite, Massa deixou o autódromo e, ao passar a catraca de entrada/saída do paddock, deparou-se com quatro torcedores.
Um deles, levemente acima do peso, vestia uma camiseta da McLaren e pediu para que o ferrarista tirasse uma foto com ele. Massa fez um sinal que não, meio que às pressas, e foi-se.
Nisso, o fã não perdeu a pose e soltou, também fazendo com as mãos ao peito: “O Hamilton mandou um abraço…”
Brasilândia, 5
INTERLAGOS | Ah, Interlagos. Segundo dia de cobertura do GP do Brasil — e não GP Brasil, não é turfe —, e as coisas estão bem corridas. Primeiro que encontramos, Evelyn Guimarães e Fernando Silva inclusos, Nelson Piquet na entrada do paddock. Estava lá, falando do filho (“ele faz tudo sozinho”) e de Massa e sua pancada, comparando com a que teve em 1992 (“não tem jeito, você muda”). O material com Nelsão está lá no Grande Prêmio.
O treino está rolando neste instante na seca cidade paulistana. Ao longo do dia, mais groselhas, como sempre.
Brasilândia, 3
INTERLAGOS | Dificilmente o autódromo terá casa cheia e lotada na corrida do próximo domingo. “Faltam poucos ingressos, mas teremos algo em torno de 92 ou 93% de ocupação”, foi o que disse a promotora do GP do Brasil, Claudia Ito.
Para Claudia, é até melhor que Interlagos não esteja esgotada “para que a gente não trabalhe no limite”.




















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