O dono da bola
É jornalista, palmeirense, dinamarquês por opção e sempre pensou que ia ter de cobrir futebol antes de chegar ao automobilismo, que acompanha desde os 7 anos. E desde que se formou, está no Grande Prêmio, isso há quase 9 anos. Neste tempo, foi colunista do iG, escreveu para “Folha de S.Pauloâ€, “Lance!†e “Quatro Rodasâ€, foi repórter da edição brasileira da “F1 Racingâ€, cobriu F1, Stock Car, a Indy e três edições das 500 Milhas de Indianápolis, e outras categorias ‘in loco’. Conheceu cidades como São LuÃs e Nova Santa Rita, traduziu um livro da Ferrari e já plantou um monte de árvores. Tem quem fale que seria um grande ator, mas ter ganhado o Troféu ACEESP 2011 como 'Melhor repórter' da imprensa escrita mostrou o caminho certo. Adora comida japonesa, música eletrônica e odeia ovo, ervilha e esperar. “Necessariamente nessa ordem", diz.
SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSAche aqui
Twitter
-
Últimas postadas
Grande PrêmioArquivos
Tags
2010 2011 acidente Alonso Anhembi Bafanadas Barrichello Bia Figueiredo Bruno Senna Button Campos CBA Copa do Mundo F-Indy F1 Felipe Massa Ferrari FIA GP da Alemanha GP do Brasil Grande Prêmio Hamilton Helio Castroneves Indianápolis Indy Indy 500 Interlagos Kart KV Lotus Massa McLaren Nelsinho Piquet Parlatório Red Bull Renault Revista Warm Up Rubens Barrichello Senna Stock Car São Paulo Tony Kanaan Vettel Webber WilliamsCategorias
- A várzea de rodas
- Automobilismo brasileiro
- Automobilismo no mundo
- Blog Victal
- Brasileiro de Marcas
- Burkina 2010
- Copa do Mundo
- Crônica
- Diários de Viagem
- Do you remember?
- Drops
- Esporte
- F-Indy
- F-Truck
- F1
- Futebol
- GP2
- Grande Prêmio
- Ãdolos
- Kart
- Malvadezas
- Meu Palmeiras
- Momento Twitter
- MotoGP
- Noticiário econômico
- O som da noite
- Outros
- Paradeiro
- Parlatório
- Primeira impressão
- Qualé?
- rali
- Resto
- Revista Warm Up
- Seletiva Petrobras
- Sem categoria
- Sine qua non
- Stock Car
- Troféu ACEESP
- Turismo
- TV
- Vital nas pistas
- WTCC
Lista de Links
-
Grande Prêmio
-
Como não gostar da dupla da Sauber, a melhor da história? #F1 1 hour ago
-
Otro mito. RT @fagnermorais: E o @SChecoPerez me ganhou como fã. Melhor capacete de todos os tempos da história da F1: http://t.co/vs9FKmCr 1 hour ago
-
Lindona! RT @RONEIRECH: @flaviogomes69 Bela foto nao? http://t.co/PXhLJtw9 2 hours ago
-
Vero. RT @estadodecirco: Acho que não houve qualquer destaque para o belo 13º lugar da Bia no grid das 500 Milhas. Estou errado, @vitonez? 3 hours ago
-
Fantasiar. É diferente. E ela é maluca. Não duvide. RT @maria_fro: Acho que abuso sexual é muito grave pra inventar... 4 hours ago
-
@maria_fro Eu acho essa moça maluca. Não dá para levar muito a sério o que diz. 4 hours ago
-
Essa moça é biruta. RT @rcarrapatoso: Disse ! Foi o padeiro, o peixeiro, o amigo do pai, o vizinho, etc ......... 4 hours ago
-
E a Xuxa disse quem, afinal, abusou dela? 4 hours ago
-
@cutcutdajuju Dida, Domingos e André Luis. EU ACHO SENSACIONAL! 4 hours ago
-
O cara está há meia hora mexendo nesta merda de máquina de café e não termina, pqp. 4 hours ago
-
Arquivo da tag: Bia Figueiredo
Bia e a Andretti
SÃO PAULO | Em meio ao horário do futebol, Libertadores e Copa do Brasil, uma notÃcia de última hora: Bia Figueiredo, que esteve hoje na Flórida de macacão e tudo tirando fotos e participando do dia da imprensa da Indy, vai participar dos treinos de amanhã.
A pilota vai treinar com um carro da Andretti, mais especificamente o de James Hinchcliffe. Será a primeira vez de Ana Beatriz em uma equipe diferente da Dreyer & Reinbold, atual Lotus DRR. E já se fala que a brasileira, patrocinada pela Ipiranga, está garantida em pelo menos duas corridas no ano: a do Anhembi e as 500 Milhas de Indianápolis.
A temporada 2012 da Indy tem apenas três brasileiros confirmados: Tony Kanaan, Helio Castroneves e Rubens Barrichello. Vitor Meira deixou a categoria para correr na Stock Car. Raphael Matos e Bruno Junqueira ainda rondam o campeonato.
Novo engenheiro
SÃO PAULO | E Bia Figueiredo, levemente descontente com o trabalho da Dreyer & Reinbold em sua corrida em Indianápolis — erraram em sua estratégia, e a pilota era sempre chamada antes para os pits —, terá um novo engenheiro a partir deste fim de semana, na rodada dupla do Texas.
Trata-se de Matt Curry, que vinha trabalhando com Justin Wilson. Segundo Tony Kanaan, que trabalhou com Curry na época da Mo Nunn, há cerca de dez anos, “o cara é fera”.
Hossiers, 10
INDIANÃPOLIS | Acabei de gravar vÃdeos com três pilotos brasileiros, Bia Figueiredo, Tony Kanaan e Vitor Meira, na ordem, mas é bem capaz que a expectativa deles não venha a se confirmar, visto que o tempo já fechou aqui em Indianápolis e o Bump Day já está ameaçado. Mas vamos lá, à s infos:
1) Bia está bem confiante. O acerto do carro está bom e ela garante que fez o oitavo tempo na manhã de hoje sem presença do vácuo — que é o cenário que ela vai encontrar numa provável classificação. O fato de ela ser a primeira a ir à pista a partir do meio-dia também conta muito a seu favor.
2) Kanaan precisaria ser ultrapassado por 12 pilotos mais lentos para ser ‘bumped’ e ter de ir novamente à pista para se classificar. É uma situação que na prática não deve acontecer, mas Tony reza para que realmente não surja. De qualquer forma, a KV achou o problema de seu carro: estava no assoalho.
3) Meira tem a situação bem mais tranquila. Vai ver o Bump Day de camarote, mas avaliou que pode ir à pista eventualmente nos intervalos para que teste o carro da Foyt em configurações de corrida. E disse que vai acompanhar a disputa dos demais sofrendo como se estivesse dentro. “Só de lembrar o ano passado, arrepia”, disse, em referência ao sofrimento de se classificar num domingo como este.
Além disso, a Dragon está fora da disputa. Os dois carros estão danificados, o de Ho-Pin Tung e o de Scott Speed/Patrick Carpentier.
Hoosiers, 2
INDIANÃPOLIS | Bia Figueiredo tem duas certezas à s vésperas do Pole Day em Indianápolis. A primeira é que brigar pela pole não dá. E a segunda é que preocupação de ficar de fora das 500 Milhas de Indianápolis todo mundo tem. “Ninguém está 100% confiante”, afirmou a pilota ao Grande Prêmio em Indianápolis.
Carsten Horst/Grande Prêmio |
| Â |
São 40 pilotos lutando pelas 33 vagas — e um grupo seleto lutando pela pole, coisa que cabe a Penske e Ganassi e a “forte Panther”. A meta com que sua equipe, a Dreyer & Reinbold, trabalha é mais modesta. “Se a gente conseguir ficar entre os 20 primeiros, já está de bom tamanho.”
O que quer dizer que a DRR trabalha para pôr Bia e seus dois companheiros — Justin Wilson e Paul Tracy, que ficou fora da corrida no ano passado — no grid já amanhã, quando são definidos os 24 primeiros postos no grid. “É possÃvel”, garantiu. “Mas você tem de pensar que está muito competitivo e que certamente vão ficar nomes fortes fora da prova, por isso não dá pra brincar e tem de continuar trabalhando forte.”
Bia terminou o treino livre de ontem em um incômodo 31º lugar — que lhe poria na última fila do grid da prova da semana que vem. A brasileira alegou que não usou o vácuo. “Sempre ajuda, mas a gente acabou entrando na pista sem ninguém e acho que a gente conseguiu uma boa velocidade”, falou. “Precisa melhorar um pouquinho ainda, mas acho que foi bom. É claro que a gente olha o que o pessoal fez no dia e acha impressionante, mas vácuo é assim, mesmo.”
Segundo Figueiredo, seu carro tem uma mesma tendência tanto na classificação quanto na corrida, e o desempenho na disputa das 200 voltas só difere “por conta do próprio vácuo e do ar sujo”. O carro precisa estar super estável”, lembrou. Coisa que Penske e Ganassi já tem. “É impressionante o que eles conseguem fazer com menos downforce e o quanto mecanicamente o carro deles é melhor”. É o resultado de “muito mais investimento em volta”. Mas Bia vê que a Panther pode surpreender. “Os carros são bons sempre em classificação e corrida”, ainda mais com a experiência de Buddy Rice, vencedor em 2004.
Na quinta-feira, a DRR se deu por satisfeita porque “achamos uma milha” em termos de velocidade final. “Mas tudo pode mudar. A gente fez ontem umas modificações e ganhou uma milha e pode ser que eles também achem isso, então não pode parar de desenvolver. Cada milésimo de segundo vai ser decisivo”, antecipou.
O sol apareceu timidamente ontem e em grande parte das primeiras horas do treino de hoje. “Isso muda bastante a parte de downforce, também dependendo da pressão do ar. O tempo ontem estava quase perfeito, sem muito vento, nem muito quente nem muito frio, e acho que não vamos ter na classificação”, explicou. “E o sol acaba deixando a pista mais escorregadia e tira um pouco de downforce dos carros, então se escorrego de frente hoje, com sol e calor isso vai piorar duas vezes mais e fica mais crÃtica a situação.”
A expectativa para o Pole Day é de sol em alguns perÃodos e alguma ameaça de chuva mais para a segunda parte da sessão, que tem inÃcio aqui ao meio-dia (13h em BrasÃlia) e vai até as 18h (19h). A partir das 16h30 locais tem inÃcio a superpole, com os nove melhores. “E não vamos estar nela”, confessou Bia.
Anhembindy, 4
ANHEMBI | Boa tarde, Anhembi ao vivo e ‘in loco’, que é sempre o que vale. O sol voltou à capital paulista, temperatura já chegou a 27ºC, assim deve ficar até o fim de semana, seco.
Mas aà vai uma boa história.
A organização da corrida da Indy aqui em São Paulo queria aproveitar a coincidência da data com o aniversário de morte de Ayrton Senna para render algumas homenagens. Desde outubro do ano passado, começou-se a confabular o que poderia ser feito. Duas ideias começaram a vingar: a de trazer o Penske #4 com a qual o brasileiro fez um teste em 1992, no misto de Firebird, e a de os cinco pilotos locais usarem um capacete dividido, com pintura entre as que usam normalmente e a outra parte lembrando as cores de Ayrton.
Evidente que havia uma série de empecilhos. Tirar o veÃculo lá do museu em Mooresville para trazer a São Paulo, além de uma questão logÃstica, tem todo um envolvimento sentimental. Roger Penske não deixa que se mexa em absolutamente nada, a não ser que se ponha o veÃculo para um shakedown, acionar o motor, coisa e tal. E tem outra: o carro era patrocinado pela Marlboro.
A propaganda tabagista é proibida por aqui. E é proibido tirar a poeira, que dirá o adesivo.
Aà deixaram de lado um tempo, e depois quando tentaram reativar a proposta, já se fazia tarde. Partiram para a sugestão dos cascos com pintura à la BAR 1999, que seriam posteriormente mandados ao Instituto Ayrton Senna.
Só na etapa de Long Beach, portanto há duas semanas, que foram questionar os pilotos se seria viável. Não, claro, os capacetes para esta prova, com seus respectivos patrocinadores, já estavam com seu layout definido há muito tempo. Chegou-se a um consenso de que deveriam ser pegos, então, cinco capacetes, que seriam pintados pela Artmix com as metades propostas, sem ‘sponsors’, e posteriormente assinados por Castroneves, Kanaan, Meira, Matos e srta. Figueiredo.
Toparam, e a homenagem seria anunciada ontem, com as pompas devidas. Mas acabou cancelada.
A organização alegou que os custos, R$ 25 mil pelos cascos desenhados, eram muito altos.
Anhembindy, 3
ANHEMBI | Vai, falem, brasileiros:
Bia Figueiredo (braço direito patrocinado): “O foco no último mês foi totalmente em cima da recuperação da minha mão, muita fisioterapia, e é lógico que você fica frustrado e ansioso e com pressa de voltar a correr. Em Long Beach, ainda estava com muitas dores, mas foi bom para ganhar alguns pontinhos e me preparar para São Paulo. Eu não acredito que esteja 100% para este fim de semana, mas vou estar bem melhor que Long Beach e até sábado me recuperar da melhor forma possÃvel.â€
Raphael Matos (feliz dimais da conta, sô): “A temporada está sendo bem interessante. Eu só consegui acertar meu contrato aos 45 do segundo tempo, bem tarde. Tem sido muito bom. Terminei a primeira corrida na sétima colocação, sendo que a gente fez o shakedown do carro na sexta-feira daquele fim de semana. Não tivemos oportunidade de testar durante a pré-temporada, e a equipe trabalhou bem duro para me dar um carro que não quebrasse e competisse de igual para igual com as outras equipes. Na segunda, bateram em mim numa das relargadas, e não pude terminar, e na terceira prova em Long beach, terminei em 11º, que foi uma excelente colocação, tendo em vista que terminei entre dois carros da Penske. No dia em que os ponteiros errarem e a gente acertar, em termos de pit-stop e classificação, a gente vai estar brigando com eles.
Vitor Meira (pai babão): Tem sido um ano bem legal. Do ano passado para este, o foco sempre foi melhorar em circuitos de rua e mistos, que era onde estávamos mais fracos. No ano passado, a equipe fez um trabalho legal em termos técnicos e estrutura para fazer isso acontecer, e acho que está sendo visivelmente bem feito porque os resultados estão vindo. A gente tem andado melhor e mais rápido em todas as pistas em relação ao ano passado, principalmente vendo que o campeonato está muito mais competitivo. Todas as equipes têm o mesmo carro há sete anos, então todo mundo já pegou a mão e sabe a base do negócio. Os pilotos estão em um nÃvel impressionante. O show em São Paulo vai ser bem melhor. Espero ser tão competitivo quanto e tomar as decisões certas como no ano passado. Vai ser o resultado do trabalho.
Tony Kanaan (zoado pelos vÃrus): “Estou tentando ficar recuperado. Saà da cama literalmente hoje porque peguei uma virose. Eu li um comentário de um fã no Facebook que dizia assim: ‘Quando o médico não sabe o que é, ele fala que é virose e te manda para casa’. Foi o que aconteceu. Eu estava com muita dor no corpo, mas pensei que era por fazer muito exercÃcio. Mas eu não consegui levantar da cama segunda de manhã, depois de ter passado a noite no hospital, e comecei a ficar preocupado. Passei por todos os exames, e todos deram negativos. Um dos enfermeiros chegou a achar que era dengue. Ainda estou um pouco baqueado, mas estou de pé.
Sobre a temporada, foi super trabalhoso e sofrido para mim assinar um contrato seis dias antes da primeira corrida, e terminamos a corrida num pódio e as três entre os dez primeiros. A equipe é pequena, e conseguimos já igualar o melhor resultado dela na história. Eu não sabia o nome de alguns mecânicos até a segunda corrida, até hoje nunca fui à sede da equipe porque não deu tempo, e apesar disso, o começo de temporada está bom. Mas eu tenho de ser realista: a gente tem muito que trabalhar ainda. A gente nem está nem perto do nÃvel da Penske, da Ganassi e da Andretti também, mas estou aproveitando as situações e fazendo o maior número de pontos. Acho que a gente tem bastante chance de ganhar corrida este ano, e depois desta luta toda, estou feliz só de estar aqui. Mas aà você começa a ter uns resultados melhores e fica mais angustiado para fazer melhor. A gente construiu uma equipe de última hora, que não existia. Os carros estavam lá, prontos, e a gente foi pegando um de lá, outro daqui. Foi bom.â€
Helio Castroneves (sem toque):  ”Vamos começar o campeonato… eu estou até mais frustrado e chateado do que todo mundo por este começo de temporada, totalmente estranho. Talvez seja uma fase ruim; a gente tenta procurar explicar uma coisa ou outra, mas não tem muito o que achar. É virar a página e promover uma reviravolta aqui no Brasil, o que seria perfeito. A equipe toda me deu um apoio muito grande, principalmente depois do que aconteceu na última corrida, e estou empolgadÃssimo para São Paulo, para também levar este bom momento para Indianápolis. Vamos torcer e trabalhar. Parece que as modificações na pista estão sendo bacanas, o que é importante, e o negócio é realmente começar o campeonato.”
Fratura em dupla
SÃO PAULO | A TV não mostrou ontem, e até passou a impressão que Bia Figueiredo e Danica Patrick haviam se tocado na primeira relargada da corrida em São Petersburgo, na volta 4. Mas a verdade é que a brasileira sofreu um acidente com Graham Rahal, como pode ser visto no vÃdeo de resumo da corrida no Grande Prêmio.
A consequência deste acidente é que Bia fraturou um osso do pulso da mão direita, o escafoide, e correu daquela forma até o fim. No Twitter, a pilota disse que a adrenalina ajudou a suportar as dores. Mas os analgésicos e outros remédios não adiantaram depois.
Assim, Bia vai ter de se submeter a uma cirurgia amanhã em Indianápolis para colocação de um pino. E como coincidência pouca é bobagem, o companheiro de Dreyer & Reinbold, Justin Wilson também sofreu uma fratura na corrida de ontem, igualmente no pulso.
A recuperação de ambos deve durar de duas a três semanas, então começa a corrida contra o tempo para que ambos estejam prontos para a prova em Barber, no Alabama. Bia será operada no Indiana Hand to Shoulder Center.
Drops do esporte
SÃO PAULO | Para este começo de noite, uma notÃcia e uma análise curta.
_ Bia Figueiredo, como indicado aqui, fechou com a Dreyer & Reinbold. Vai fazer a temporada toda com o carro 24 da equipe. E é bom reiterar que ter Justin Wilson como seu companheiro é ótimo. Wilson é, talvez, o melhor piloto nos mistos. Se tivesse com um carro da Penske, andaria melhor que Will Power. Para Bia é a oportunidade da vida. E em termos de exposição, chega num momento de declÃnio de Danica Patrick na categoria. Tanto ela quanto Simona de Silvestro têm mais braço.
_ Sobre a questão da mudança da data do GP do Brasil, vale uma pensata: a RGT é quem comanda a prova. Ou seja, pode bater o pé para que não haja nenhuma alteração para não atrapalhar a última rodada do Brasileiro. Ou querer que passe para 4 de dezembro para garantir uma alta audiência desde a manhã, sustentando com a dobradinha F1-futebol.
Bia em Homestead
SÃO PAULO | Sim, e Bia Figueiredo vai correr a última etapa da temporada da Indy em Homestead, pode confirmar o Blog Victal. O martelo já está batido e tal, e a pilota deve viajar neste fim de semana para Miami. O anúncio oficial deve acontecer em breve, quiçá amanhã.
Havia a possibilidade de Mike Conway voltar para a vaga que lhe pertence. O inglês, que se acidentou gravemente no fim da corrida em Indianápolis, conversou na tarde de hoje com Dennis Reinbold, um dos chefes da equipe, e ficou constatado que ainda não há condições de guiar. Paul Tracy, que concorria ao cockpit do carro 24, entregou no Twitter que não seria ele o contemplado.
Ana Beatriz, como é conhecida pelas bandas americanas, participou de três provas no ano, todas pela Dreyer & Reinbold. Fez a prova de abertura no Anhembi, correu as 500 Milhas de Indianápolis e andou em Chicago. O melhor resultado foi obtido na pista sambante, um 13º lugar.
Como sempre digo, ela merece.
De volta de Indy
SÃO PAULO | Umas tantas horas não muito cômodas na poltrona 31 H, e eis-me aqui, de volta.
Logo falarei das ocorrências do curioso voo, mas devo dar a informação antes: conversei com Bia Figueiredo há poucas horas, e ela me confirmou que não vai correr a etapa do Texas no lugar vago por Mike Conway, da Dreyer & Reinbold. Seu substituto será Tomas Scheckter, que leva o patrocÃnio da Monavie.
É importante dizer que o carro 24 terá de ir para a pista durante o ano todo. Para os carros que disputam a temporada toda, a Indy bonifica com US$ 1,2 milhão.
I am (in) Indy, 21
INDIANÃPOLIS _ Falarei da segunda mais apropriadamente amanhã, quando o tempo permitir. Aproveito agora, que as bugigangas foram arrumadas e dispostas nas malas de forma cordial, para falar ainda sobre Indy 500 e suas consequências.
A mais interessante para a torcida brasileira, pelo que pude apurar aqui, é que Bia Figueiredo tem, sim, chances de ocupar o carro de Mike Conway na etapa deste fim de semana no Texas.
Assim que acabou a corrida, seu empresário, o ex-piloto André Ribeiro, pegou um voo correndo para Miami para tratar do assunto. Evidentemente, a questão envolve patrocÃnio. O carro está prontinho, como se sabe.
Conway vai ficar afastado da Indy por pelo menos três meses. Identificaram uma fratura em uma vértebra toráxica, que levou o inglês novamente à mesa de cirurgia lá no Hospital Metodista.
Até quinta-feira, a Dreyer & Reinbold deve, digamos, decidir se Bia corre.
Um lugar a Indicar, a presença de Bia
SÃO PAULO | Sobe som. A moça entra na passarela do samba.
Enfim, Bia Figueiredo está confirmada na Indy, e pela primeira vez na história o Brasil terá uma representante em uma categoria top do automobilismo mundial. Um tangarazinho imponente cantou e contou ao Blog Victal que a pilota vai pelo menos alinhar na corrida que abre a temporada, em 14 de março em São Paulo.
Bia vai andar com um terceiro carro da Dreyer & Reinbold, tendo como companheiros os ingleses Justin Wilson e Mike Conway. O número de seu carro será o 23. A pilota não vai participar dos testes coletivos da Indy na quarta e na quinta-feira no Barber Motorsports, no Alabama, mas entende-se que ela anda particularmente em Sebring no fim de semana.
Bia ainda não tem confirmada presença na temporada toda. Por enquanto, tem sua participação garantida em São Paulo e nas 500 Milhas de Indianápolis.
Prestes a completar 25 anos, Bia começou a correr de kart em 1994. Em 2003, disputou sua primeira corrida de monopostos, na F-Renault, categoria onde ficou três temporadas. Em 2006, correu na F3 Sul-americana. Sem patrocÃnio, enfrentou ano sabático em 2007. Migrou para os EUA em 2008, onde participou da Indy Lights. No ano passado, também esteve no campeonato de base da Indy. Conquistou lá duas vitórias.
Bia e a Indy 2010
SÃO PAULO | Bia Figueiredo foi eleita a piloto mais popular da Indy Lights na temporada 2009. É uma tendência, a de votar em mulheres como mais popular. Danica Patrick costuma ganhar este prêmio. Não foi diferente neste ano.
Bia é uma pilota — sim, existe, professor Pasquale disse outro dia na TV, confio totalmente — que sempre lidou com problemas de patrocÃnio na carreira. Tanto que ficou fora de algumas provas no ano, algumas após a panca em Indianápolis e a última em Homestead. Se a temporada não foi a dos sonhos, 2010 tende a ser promissor.
Bia vai fazer companhia a Helio Castroneves, Tony Kanaan, Mario Moraes, Raphael Matos e Vitor Meira no ano que vem. Não há contrato fechado, ainda. Mas vai correr na Indy em 2010, me garantiu um sanhaço imponente.


Toda Cancha