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Sine qua non

SÃO PAULO – O título vai servir para notícias imprescindíveis, porém sempre verdadeiras. Daquelas que se lê e, após minutos, se pergunta: como consegui sobreviver sem esta informação? Pura cultura inútil. Apliquemos ao automobilismo, pois.Uma das gostosas que acompanhava Irvine; ex-piloto bebia Natu Nobilis

Aí inventaram um torneio de pôquer em Aosta, no norte da Itália, na semana passada, e um monte de desocupados se inscreveu. Havia uma figura esguia, de cabelo loiro ali na mesa do canto, ganhando tudo. Os jogadores locais de certo renome ali foram eliminados. Fizeram um muxoxo. Tinha do outro lado um playboy de cabelos grisalhos, com duas gostosas fazendo bocas e bicos. Também caiu fora. Deu uma talagada num uísque caro e pôs-se a rir.

Uma mesa ali tinha uma muvuca, e burburinhos se formaram quando o rapaz de queixo largo e charuto venceu. Foi passando até chegar à final. Schumacher, seu nome. Sentou-se ao lado de três ou quatro anônimos e ganhou a companhia da pessoa de cabelo claro. Pensou que se tratava de uma loira. Era Rosberg.

E a jogatina continuou. O vencedor, após horas: Nico.

Fisichella, Liuzzi e Irvine, que acompanhavam de longe, bufaram.

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